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Risco de privatização da Companhia de São Sebastião põe sistema portuário nacional em alerta

Segundo boletim divulgado pelo SINDAPORT, Sindicato dos Conferentes do Porto de Santos (SCCDCPS), Sindicato dos Estivadores de São Sebastião e Sindicato dos Arrumadores de São Sebastião, a Companhia Docas de São Sebastião (CDSS) corre o risco de ser privatizada. No material a categoria alerta para o risco que a privatização representa para a atividade portuária em São Sebastião: “A privatização da CDSS a exemplo do que ocorreu em outros casos, implicará na perda de emprego de mais de cem funcionários concursados que dedicaram parte de suas vidas para conseguir seus objetivos e que, há décadas, conjuntamente com trabalhadores portuários avulsos, são responsáveis pelo funcionamento do Porto de São Sebastião”.

O conteúdo ainda destaca a importância da relação porto-cidade para a economia regional, “boa parte da população tem relação indireta com as atividades portuárias que movimenta o comércio e os serviços do município, conforme demonstrado no decorrer da sua história”.

Segundo os representantes da categoria, o importante nesse momento é investir em ações de transparência e no exercício de gestões técnicas e vinculadas a atividade portuária.

Repúdio a fala de Casemiro Tércio

Em nota, a categoria portuária de São Sebastião repudiou as palavras de Casemiro Tércio, atual presidente da Companhia Docas de São Sebastião (CDSS). Em audiência pública promovida no dia 04 de julho pela Comissão de Viação e Transportes, na Câmara dos Deputados, o Sr. Casemiro atacou os servidores públicos e a gestão da Companhia Docas.

Casemiro não falou, entretanto, dos R$26 milhões de prejuízo que a Companhia Docas de São Sebastião acumulou desde que ele assumiu a presidência em 2011.

 

ASSCOM – Sindicato dos Portuários do RJ

 

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